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São Sebastião

O naufrágio de um navio luxuoso, com uma carga valiosíssima e lotado de passageiros.

A tempestade é fortíssima e a visibilidade quase nula - mesmo assim o Príncipe das Astúrias, o mais luxuoso navio espanhol, segue seu curso em direção ao porto de Santos com uma preciosa carga. São 20 toneladas de ouro e um conjunto de 12 estátuas de bronze que fariam parte de um monumento em Buenos Aires. Os 588 passageiros e tripulantes estão muito apavorados, mas nem um pouco se comparados aos possíveis 800 imigrandes, amontoados nos porões, clandestinos, que fugiam da I Guerra Mundial, e que não tem a menor idéia do que realmente se passa com o barco.

Um raio especialmente forte ilumina todo o convés e o capitão José Lotina percebe que está perigosamente perto do costão. Imediatamente berra uma ordem de ré a toda força com os lemes virados para a direita, mas é tarde demais. O impacto nas pedras da Ponta do Boi, em Ilhabela, acerta mortalmente o casco do grande navio espanhol, que desaparece nas águas escuras em não mais do que 10 minutos. Oficialmente 445 pessoas morrem. E até hoje é considerado um dos piores naufrágios em águas brasileiras. Quanto ao tesouro, muita coisa foi recuperada e apresentada à Marinha, mas dizem que boa parte continua lá, protegida pelas leis do país e pelo peso do oceano.

 

 

Gonçalo Coelho (que trazia o cosmógrafo Americo Vespucio em sua expedição) passou onde hoje é Ilhabela, no dia 20 de janeiro de 1502, dia de São Sebastião, daí o nome da cidade.

População total: 73.942
Densidade demográfica: 184,68 habitantes por km²
Área do município: 400 mil km²

A economia da cidade sempre esteve ligada ao Porto de São Sebastião. Teve grande participação em todos os ciclos econômicos da história de nosso país. Escoou produtos como açúcar, aguardente, ouro, tabaco, café, cerâmica, madeira de lei para construção naval inglesa, e recebeu importações necessárias para as vilas e povoados coloniais. Com seu rico desenvolvimento econômico ao longo de sua história, hoje, o Porto de São Sebastião está ligado diretamente ao refino de petróleo brasileiro. A Petrobrás investiu e aqueceu a economia do município ao atrair comércio e serviços para suprir as necessidades de seus funcionários. 

História

 

São Sebastião é a cidade mais antiga da região. Foi descoberta pela expedição de Gonçalo Coelho em 20 de janeiro de 1502 e durante séculos sua economia baseou-se na atividade portuária devido à sua localização. Cana-de-açucar, café, fumo e pesca de baleias eram o que agitava o vilarejo. Em 1639, foi elevada à categoria de Vila. Em 1722 descobriu-se ouro na região - mas era pouco, pouquíssimo, se comparado com o que passou pelo seu porto vindo do interior de Minas. O fornecimento de alimento para os mineiros estimulou muito a economia local. Com o final da escravidão várias comunidades caiçaras se espalharam por todas as belíssimas praias da região. Até que em 1970, com a abertura da rodovia Rio-Santos, São Sebastião brilhou no cenário turístico. De lá para cá a exploração imobiliária trouxe riqueza e problemas para a região, que chega ao século XXI com a difícil missão de se manter rica de forma sustentável.


Turismo

 

Uma das principais cidades do litoral norte do estado de São Paulo, São Sebastião possui um grande leque de opções para lazer. De praias mais calmas, para a curtição com a família, até praias mais agitadas, para a prática de surf e outros esportes radicais, é o destino certo para os paulistanos em um feriado.
Suas praias são internacionalmente conhecidas: Praia de Maresias, Praia de Toque-Toque Pequeno, Praia de Toque-Toque Grande, Praia de Santiago, Praia Boiçucanga, Praia de Barra do Sai, Praia de Guaecá, Praia de Camburi, Praia de Camburizinho, Praia da Baleia, assim como belas cachoeiras, como as do Ribeirão de Itu. Também possui várias atrações culturais como o Museu de Naufrágios, de Biologia e Aquários Marinhos e o Museu de Arte Sacra.

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